Muita gente acredita que marcas que vendem diretamente ao consumidor precisam investir apenas em marketing e performance. E, de fato, essas áreas são decisivas para gerar vendas.
Mas existe uma pergunta importante: o que faz o consumidor escolher um produto em vez de outro quando ambos têm preço e qualidade semelhantes?
A resposta passa, cada vez mais, pela confiança.
Segundo o Edelman Trust Institute Barometer, 88% dos consumidores afirmam que a confiança na marca é um dos principais fatores na decisão de compra, praticamente no mesmo nível da qualidade. E 59% dizem estar mais propensos a comprar de empresas nas quais confiam.
Já a Nielsen mostra que 88% confiam mais na recomendação de pessoas conhecidas do que em qualquer formato de publicidade, enquanto 70% valorizam avaliações e opiniões de outros consumidores.
É exatamente nesse ponto que a assessoria de imprensa faz sentido.
Ela não substitui o marketing nem a equipe comercial. Seu papel é outro: construir #reputação, #credibilidade e presença editorial. Quando uma marca aparece em reportagens, é citada por especialistas, participa de debates relevantes e se torna referência em seu segmento, ela fortalece um ativo que a propaganda, sozinha, dificilmente compra: confiança.
Isso influencia a jornada do consumidor, reduz objeções, fortalece a lembrança da marca, aumenta a preferência e potencializa o próprio investimento em #marketing.
Mas assessoria de imprensa não é para toda empresa.
Se a expectativa é gerar vendas imediatas, em poucos dias, a melhor ferramenta provavelmente será mídia paga ou ações promocionais.
Agora, se a empresa quer construir uma marca mais forte, aumentar sua autoridade, conquistar preferência e criar relacionamentos duradouros com consumidores, imprensa e influenciadores, a assessoria deixa de ser um custo de comunicação e passa a ser um investimento estratégico.
Porque, no fim, produtos competem por preço. Marcas competem por confiança.
