Depois de anos de fascínio com modismos digitais, o mercado começa a fazer um movimento mais maduro nos últimos anos: a volta da valorização do que realmente sustenta marcas no longo prazo: imagem, reputação e #credibilidade.
👉 Os dados mostram isso. O Edelman Trust Barometer indica que 63% das pessoas confiam mais em conteúdos jornalísticos do que em publicidade.
No Brasil, segundo pesquisas recentes, 7 em cada 10 organizações relatam impacto direto de #PR em visibilidade qualificada e reputação.
Não se trata de escolher entre digital, publicidade off ou assessoria de imprensa… Essa dicotomia empobrece a gestão estratégica da comunicação.
O ponto que interessa é: marcas fortes, bem geridas, sabem combinar presença e percepção. Sabem que alcance sem credibilidade é ruído, e que autoridade se constrói com consistência, contexto e validação externa (do velho e bom jornalismo, principalmente).
A exposição qualificada nos espaços editorais de veículos de prestígio (por meio da assessoria de imprensa) não é um recurso tático. É construção, no médio e longo prazo, de ativo reputacional.
No fim, não basta ser visto. As empresas que realmente se destacam são aquelas que se tornam referência — reconhecidas, lembradas e respeitadas.
Porque é a reputação, no final das contas, que diferencia, sustenta e posiciona uma marca acima da concorrência.
