Existe um ponto absolutamente central para quem trabalha e faz a gestão de uma agência de assessoria de imprensa: a qualidade do atendimento não é apenas uma entrega, é parte do próprio produto.
Quando cuidamos da imagem e da reputação dos clientes, estamos, inevitavelmente, cuidando da nossa também. E não há estratégia mais poderosa — nem mais atual — do que o bom e velho “boca a boca” positivo.
Em um cenário saturado de informação (ruído), a percepção de parceria real, proximidade e consistência no atendimento vira diferencial competitivo concreto. Agência que não fideliza dificilmente constrói reputação sólida.
Há também um aspecto menos tangível, mas igualmente importante: o orgulho de entregar bem. Ver o cliente reconhecer o impacto do trabalho, confiar, recomendar… isso sustenta motivação, engajamento e eleva o nível das entregas. Não é só obrigação — é combustível.
E existe, claro, a matemática do negócio. Estudos clássicos mostram que conquistar um novo cliente pode custar de 5 a 7 vezes mais do que manter um atual.
Além disso, clientes recorrentes tendem a gerar mais receita ao longo do tempo e demandam menos esforço comercial.
Perder clientes com frequência é como tentar encher uma caixa d’água com vazamento: exige energia constante e pouco eficiente.
Prospectar é essencial. Mas crescer substituindo clientes é um jogo caro e instável. Crescer somando novos aos que permanecem — aí sim existe construção de valor.
No fim, retenção não é só consequência. É #estratégia de negócio sustentável.
