Você conhece #lideranças que representam a empresa de forma estratégica ou que ainda improvisam diante dos holofotes? Quais os riscos reputacionais de lideranças mal preparadas para falar com a mídia ou com os demais públicos estratégicos?
Queiram ou não, #CEOs e lideranças em geral são marcas. Com personalidades mais introspectivas ou expansivas, são ativos importantes da #imagem de uma organização.
A forma como agem, se movimentam, escutam, dialogam, decidem e se expressam impacta diretamente as percepções que clientes, fornecedores, investidores, colaboradores, #imprensa e a opinião pública constroem, ao longo do tempo, sobre a empresa.
Estudo da Weber Shandwick mostra que a reputação do CEO pode influenciar até 40% da reputação corporativa. Não é mero detalhe. É uma questão #estratégica. Em um ambiente de muitos estímulos informacionais, em que confiança se tornou moeda escassa, o comportamento da liderança funciona como atalho de credibilidade — ou como gatilho de ruído.
Se em uma empresa, tudo comunica, tudo mobiliza nossos sentidos, no caso do CEO e das altas lideranças, tudo comunica também: uma entrevista, um post no LinkedIn, uma resposta atravessada, um silêncio mal administrado, a linguagem corporal em um evento, a forma de lidar com uma crise. Da mesma forma que exposição adequada, bem gerida, fortalece autoridade institucional, atrai talentos e chama a atenção de investidores, visibilidade sem preparo pode virar risco reputacional. Pode jogar contra.
Por isso, trabalhar comunicação de liderança não é sobre fomentar vaidade, é fazer gestão de imagem empresarial. Envolve posicionamento, coerência narrativa, preparo para entrevistas e capacidade real de representar a empresa nas situações mais diversas como um porta-voz estratégico.
Além de ter uma consultoria profissional de imagem — que analise e oriente sobre todos os elementos que comunicam —, empresas devem considerar seriamente realizar programas de Media Training que preparem seus altos executivos para o relacionamento fluído e construtivo com jornalistas e demais stakeholders.
Por fim, é bem importante que esses treinamentos sejam realizados por profissionais experientes, que considerem as peculiaridades de cada organização, respeitem as subjetividades das #lideranças e saibam #potencializar as capacidades comunicativas de cada um.
